Pular para o conteúdo principal

Novela Ronaldinho - Memória

Sou gremista e, bom gremista, é torcedor de todos os times que jogam contra o Internacional de Porto Alegre, mesmo que seja um time da Argentina.
Tenho memória...
Dino Sani pegou a bola quando o goleiro Alberto, do Grêmio “bateu roupas” e resultou em gol do Corínthians.
Eu estava lá naquela noite fria em Porto Alegre, no estádio Olímpico. Gazeei a aula no Julinho para ver o meu time perder.
Ver seu time perder é algo que  torcedor, de qualquer agremiação entende e  sabe bem das dores de retornar para casa, ouvindo as “flautas” dos adversários.
Depois foi a vez de ver Pelé jogar. Ele me pareceu contrariado quando algumas jogadas não deram certas, mesmo assim, o Santos FC venceu.
Alguns jogadores de futebol do passado ainda conservam a magia da memória na história esportiva de um futebol jogado com arte.
O tempo passou e Pelé é ainda o Rei do futebol inegavelmente, considerando todos os contextos das mudanças de época, avanços da mídia e seus recursos tecnológicos profissionais, além do marketing, venda de imagens.
Mas, o assunto do momento é a novela Ronaldinho.
Se o Grêmio, especialmente a sua Direção desmemoriada, considerasse as circunstâncias que Ronaldinho/Assis deixaram o tricolor gaúcho, não estariam agora “pagando mico” outra vez na mídia.
Pelé, ao dizer que se Ronaldinho gostasse tanto de jogar no Grêmio, que jogasse de graça, como ele jogou um ano pelo Santos, encerrou o assunto.
Pelé, você disse tudo, parabéns!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A árvore dos sapatos *

 A árvore dos sapatos
(Do livro Contador de História, Julião Goulart, Editora UFSC 2009, p.22)  História de Mia Couto que transformei em roteiro para  teatro  " O contador de histórias e a árvore dos sapatos" ,  peça que foi encenada em três temporadas, 2009,2010 e 2011, nos teatros da UBRO, UFSC, UDESC e TAC, recontada abaixo:
"Muito longe daqui, no Sul da África, não muito tempo atrás, vivia uma tribo que não usava sapatos. Pra quê sapatos? Se a areia era macia, a grama também. Mas às vezes as pessoas tinham que ir à cidade. Para resolver um assunto, um negócio de cartório, hospital, ou receber dinheiro ou até mesmo ir a uma festa. Aí eles precisavam de sapatos, e era um tal de pedir emprestado, que nunca dava certo. Foi aí que o velho mais velho da vila que, como tantas vezes acontece, era também o mais sábioresolveu o problema. Ele abriu uma tenda de aluguel de sapatos bem na entrada da vila. Instalou-se à sombra de uma grande árvore, e em seus galhos pendurou todo tipo d…

O homem que procurava a mulher perfeita para casar.

Era uma vez... O homem que procurava a mulher perfeita para casar.
Um homem solteiro, já de idade avançada, contava a um amigo a sua busca de uma mulher perfeita para casar. O amigo perguntou: - Então, você nunca pensou em casamento? - Já pensei. Em minha juventude, resolvi procurar e conhecer a mulher perfeita. Atravessei o deserto, nas minhas buscas, até que cheguei em Damasco e conheci uma mulher espiritualizada e lindíssima, mas ela não tinha os “pés no chão” pois nada sabia das coisas do mundo. Continuei a viagem, e fui a Isfahan; lá encontrei uma mulher que conhecia o reino da matéria e do espírito, mas não era uma moça bonita. Então resolvi ir até o Cairo, lá no Egito, onde jantei na casa de uma moça muito bonita, religiosa e conhecedora da realidade material. Era a mulher perfeita! - E por que você não casou com ela? – perguntou seu amigo. Ah, meu companheiro! Infelizmente ela também procurava um homem perfeito. (Extraído do meu livro Contador de História, p. 30 UFSC - 2008)