sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Era uma vez...


Quando Gandhi estudava Direito na Universidade de Londres tinha um professor chamado Peters, que não gostava dele, mas Gandhi não baixava a cabeça.
Um dia o prof. estava comendo no refeitório e sentaram-se juntos.
O professor disse:
- Sr. Gandhi, você sabe que um porco e um pássaro não comem juntos?
Ok, professor... Já estou voando.... e foi para outra mesa.
O professor aborrecido resolve vingar-se no exame seguinte, mas ele responde, brilhantemente, todas as perguntas.
Então resolve fazer a seguinte pergunta:
- Senhor Gandhi, indo o senhor por uma rua e encontrando uma bolsa, abre-a e encontra a Sabedoria e um pacote com muito dinheiro.
Com qual deles ficava?
Gandhi respondeu....
- Claro que com o dinheiro, professor!
- Ah! Pois eu no seu lugar Gandhi, ficaria com a sabedoria.
- Tem razão professor, cada um ficaria com o que não tem!
O professor furioso escreveu na prova "IDIOTA" e lhe entregou.
Gandhi recebeu a prova, leu e voltou:
E disse...
- Professor o Senhor assinou a prova, mas não deu a nota!
Moral da historia.
Semeie a Paz, Amor, compreensão. Mas trate com firmeza quem te trata com desprezo. Ser gentil não é ser capacho, nem saco de pancadas...


sábado, 3 de outubro de 2015

Era uma vez...Sabedoria numa história curta - Como liquidar um inimigo.


A vingança era um dever sagrado na tribo. E esta precisava ser bem maior que a ofensa. Um índio, extremamente furioso, comunicou a um velho cacique sua disposição de matar um rival que o havia ofendido gravemente. O idoso escutou-o com atenção, concordou com ele, mas fez um pedido: antes de realizar seu objetivo, deveria encher o cachimbo da paz, fumá-lo calmamente. No dia seguinte, o índio, menos irado, comunicou que não assassinaria o rival, mas daria a ele uma surra memorável. O velho cacique elogiou sua decisão, mas pediu que enchesse novamente o cachimbo e o fumasse mais uma vez... No dia seguinte voltariam a conversar.
O sono é sempre um bom conselheiro e, no dia seguinte, o índio informou ao cacique que não bateria no desafeto, mas lançaria no seu rosto sua má ação e o faria passar vergonha diante de todos. Novamente o cachimbo foi acionado e - após uma serena meditação - o índio comunicou sua decisão final: iria até o agressor e lhe daria um apertado abraço. Fazendo isso, liquidou um inimigo e conseguiu um amigo.