terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Campanha da Fraternidade 2014

Tema: “Fraternidade e Tráfico Humano”
Lema: “É para a liberdade que Cristo nos libertou”.

Em 2014, a Campanha da Fraternidade terá como tema “Fraternidade e Tráfico Humano”, cujo lema será: “É para a liberdade que Cristo nos libertou”.
A escolha do tema surgiu com a proposta dos Grupos de Trabalhos de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e de Combate ao Trabalho Escravo, junto à Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB) e a entidades ligadas à Pastoral da Mobilidade Humana. A situação do tráfico humano no país e no mundo é alarmante: a Organização Internacional do Trabalho (OIT) atenta para o aumento de vítimas do tráfico humano, do trabalho forçado e do tráfico para a exploração sexual. De acordo como site da Organização das Nações Unidas (ONU), no Brasil, o tráfico de pessoas faz cerca de 2,5 milhões de vítimas por ano, incluindo homens, mulheres e crianças, mas principalmente pessoas vulneráveis e carentes – psicologicamente e de recursos.  No quadro abaixo, está a Mídia que adorei participar pela relevância social do tema. Busca sensibilizar os catarinenses, em especial. Clique para assistir

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Contar histórias é relembrar memórias

Tudo que nos toca, ou tocou o coração, através dos  sete sentidos jamais serão esquecidos.
(Foto na Rádio Cultura AM 1110 Khz, de Florianópolis, 18 de fevereiro de 2014)

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Era uma vez

Poderia ser em qualquer geografia...
Uma velha lenda peruana nos fala de uma cidade onde todos eram felizes. Todos faziam o que desejavam, e se entendiam bem – menos o prefeito. Este vivia infeliz porque não conseguia governar nada. A prisão estava vazia, o tribunal nunca era usado, e o tabelião não dava nenhum lucro, porque a palavra valia mais que o papel.
“Falta autoridade aqui”, pensava o prefeito. E tentava, de todas as maneiras, fazer com que as pessoas obedecessem às leis absurdas criadas pelo governo central. Ninguém dava bola.
Até que o prefeito teve uma ideia. Mandou vir operários de longe, que fecharam o centro da praça principal da cidadezinha com um tapume, e começaram a construir algo. Durante uma semana, ouviu-se martelos batendo, serras cortando madeira, vozes de comando dos capatazes.
No final desta semana, o prefeito convidou a todos da cidade para a inauguração.
Na cidade onde todos eram felizes – menos o prefeito, porque não tinha como usar sua autoridade – a multidão compareceu em massa para ver o que ia ser inaugurado na praça.
Com toda solenidade, os tapumes foram retirados, e apareceu… uma forca. Novinha em folha, com a corda balançando ao vento, e as ferragens do alçapão bem lubrificadas.
A partir daquele momento, todo mundo que passava pela praça via a forca. As pessoas foram ficando tristes, sem ter certeza de que estavam agindo certo. Começaram a se perguntar o que aquela forca estava fazendo ali – e, com medo, passaram a ir na justiça resolver qualquer coisa que antes era resolvida de comum acordo. Passaram a ir ao tabelião, registrar documentos que antes eram substituídos pela palavra. E passaram a escutar o prefeito em tudo, com medo de ferir a lei.
A lenda termina dizendo que a forca nunca foi usada. Mas bastou sua presença para mudar tudo.