Há sempre o Sol

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segunda-feira, 28 de maio de 2012

CIÚME

Meu poema favorito, que recito de duas maneiras: frio (na leitura) para quem ouve construir as suas emoções, e quente, onde eu vivo as emoções do momento do poeta. É uma questão de gosto e subjetividades. Gosto de respeitar as duas opiniões. Só não recito MORNO, PORQUE VOMITO...

Guilherme de Almeida foi um dos maiores expoentes da literatura brasileira, sendo considerado um precursor da escola modernista. Faleceu em 1969

CIÚME

“Minha melhor lembrança é aquele instante no qual

Pela primeira vez, me entrou pela retina

Tua silhueta, provocante e fina

Como um punhal

Depois, passaste a ser unicamente aquela

Que a gente se habitua a achar apenas bela

E que é quase banal.

E agora que te tenho em minhas mãos e sei

Que os teus nervos se enfeixam todos em meus dedos

E os teus sentidos são cinco brinquedos

Com que brinquei

Agora que não mais me és inédita; agora

Que eu compreendo que, tal como te vira outrora

Nunca mais te verei

Agora que de ti, por muito que me dês

Já não podes dar a impressão que me deste

A primeira impressão, que me fizeste

Louco talvez

Tenho ciúme de quem não te conhece ainda

E cedo ou tarde te verá, pálida e linda

Pela primeira vez.”

domingo, 27 de maio de 2012

IRONMAN 2012









sábado, 26 de maio de 2012

Sou do tempo da régua de cálculo...


quinta-feira, 24 de maio de 2012

O Contador de Histórias



Era uma vez...eu estava contando histórias para um grupo de crianças e seus pais.

Para descontrair e começar a minha fala, perguntei se alguém já conhecia a história “O patinho feio”, de autoria do dinamarquês Hans Christian Andersen, uma das histórias mais conhecidas de todos os públicos, crianças, jovens e adultos. A resposta foi afirmativa e unânime.

Então pedi que cada um contasse uma pouco da história para exercitar a memória e a arte de contar histórias. Eu era o ouvinte, fui fazer oratória mas invertemos os papeis, eu praticava a "escutatória" e o grupo inteiro contava uma história para mim.
Percebi que uma menina, que tinha levantado a sua mão com muito entusiasmo para sinalizar que conhecia a famosa história. Mas, ao chegar a sua vez de falar, silenciou de tal forma que chamou a minha atenção. Ela ficou calada até o final da história.

Sabemos que o conto de Andersen – o patinho feio – trabalha o psicológico da rejeição do diferente. Mas, às vezes, ser diferente (o personagem da história era um cisne, não um pato como todos pensavam inicialmente) pode revelar-se como uma vantagem, na beleza e na elegância de um cisne, como na história. 
Finalizamos o encontro resumindo, na conclusão do grupo:
Quando somos julgados pelas aparências, e em muitas vezes isso ocorre de forma silenciosa, nos sentimos discriminados, rejeitados. O mesmo sentimento acontece com aqueles que nós discriminamos.
Nos despedimos no final do encontro e cada um voltou para a sua casa.
Dias depois encontrei a mãe daquela menina que não quis falar e nem comentar nada no encontro de contação de histórias. Ela agradeceu-me pela ajuda que eu tinha dado para a sua filha ao lembrar a história “O patinho feio”. É que sua filha,como ela, era estrangeira e a família mudou residência para o Brasil em função do trabalho do pai.
Contou-me que a menina estava com dificuldades de adaptação na escola. Havia uma dificuldade em falar corretamente a língua portuguesa, razão de ser motivo de chacota e risos de parte de algumas colegas de aula. 
A menina, aos se identificar com a personagem patinho feio, acreditou que a sua rejeição era apenas uma incompreensão de pessoas que não a conhecia por ser de outra cultura. 
Relato essa experiência com o objetivo de destacar o poder transformador de uma história para ressignificar mudanças, perdas e outros conflitos da alma humana.
Um discurso, por mais eloquente que possa se apresentar faculta ser contestado, mas uma história, fantasiosa ou real, induz ao silêncio da reflexão subjetiva, sempre carregada de descobertas pessoais. 
É um convite para o sonhar e sonhando, formar o próprio caminho, pontes para jornada da vida.
(Extraído do meu livro O Contador de Histórias)

terça-feira, 22 de maio de 2012

Quem dobrou o seu paraquedas hoje?

Charles era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã.
Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil.
  Charles saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita. Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisseia e o que aprendera na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:
Olá, você é Charles, era piloto no  Vietnã e foi derrubado, não é mesmo?"
- Sim, como sabe?, - perguntou Charles.
- Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?
Charles quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu:
- Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje.

Ao ficar sozinho naquela noite, Charles não conseguia dormir, pensando e perguntando-se:

“Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro."
Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia. Agora, Charles inicia suas palestras  perguntando à sua platéia:
"Quem dobrou seu pára-quedas hoje?"
Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual.
Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno sem que lhes tenhamos pedido.
Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável.
Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-se conta de quem prepara seu pára-quedas, e agradecer.
Ainda que você não tenha nada de importante a dizer, agradeça com um sorriso.
As pessoas ao seu redor notarão esse gesto, e lhe retribuirão preparando seu pára-quedas com esse mesmo afeto.
Todos precisamos uns dos outros, por isso, mostre sua gratidão.
Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples. 
Só um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um  “eu gosto de Você” pode fazer uma grande diferença.
Como é bom a gente manifestar o amor e a gratidão!

domingo, 20 de maio de 2012

Aceitar as pessoas como elas são...



O desafio de não sorrir


Existem pessoas cuja presença é motivo de alegrias e bons humores. Só de olhá-las rimos das alegrias da vida.
São os otimistas, os loucos e os arlequins que nos tiram da seriedade do passado e do mundo material.
Quando rimos estamos no presente, no aqui e no agora. 

sábado, 19 de maio de 2012

Lição de Solidariedade

              "Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.

     Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e GANHAR. Todos, com exceção de um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar.

     Os outros oito ouviram o choro, diminuíram o passo e olharam para trás.
     Então eles viraram e voltaram. Todos eles.

        Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:

     - Pronto, agora vai sarar.

     Todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos.

     As pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.
Talvez os atletas fossem deficientes físicos ou mentais... Mas, com certeza, não eram deficientes da sensibilidade...

     Por que ? Porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida é mais do que ganhar sozinho. 
O QUE IMPORTA É AJUDAR OS OUTROS A VENCER, MESMO QUE ISSO SIGNIFIQUE DIMINUIR O PASSO E MUDAR DE CURSO...
Autor Desconhecido

sexta-feira, 18 de maio de 2012

A vizinha e a janela


Em uma cidade existia uma mulher que morava sozinha,
e tinha como vizinhos um casal de idosos.
Então esta mulher lavava as roupas, e as colocavam em seu varal
e a senhora idosa, lá de dentro da casa dela, olhava as roupas no varal,
e dizia ao marido dela:
- Olha velho, como aquela vizinha é desmazelada, as roupas dela,
ela lava e ficam todas sujas!!     E o velho sentado em sua cadeira de balanço,
ficava quieto e não fazia comentários sobre aquilo ali.
Então a vizinha tornou a lavar as roupas e coloca-las no varal,
e a velha sentada na cadeira de dentro da casa dela,
comentou novamente com o velho, olha velho aquela vizinha é muito porca,
ela lava as roupas e ficam todas sujas, como que pode ser assim?
E o velho sempre lendo seu jornal, preferia não comentar.
Então, um dia, o velho indignado com sua esposa, levantou-se mais cedo.
A velha nem perguntou o porque.
Então a vizinha, lavou todas as roupas brancas, e deixou-as limpas,
como nunca, e a velha sentada em sua cadeira fazendo tricô, e o velho lendo o jornal.
A velha comentou, olha velho, parece que a vizinha fez algum curso
para aprender a lavar as roupas, ou então alguém lavou as roupas pra ela,
as roupas estão branquinhas.
O velho levantou-se colocou o jornal em sua cadeira e disse para a velha:
Não foi a vizinha que fez curso, e ninguém lavou as roupas dela,
hoje quando levantei mais cedo, lavei as janelas daqui de casa.




     

sábado, 12 de maio de 2012

Mãe


Mãe...São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito
Para louvar a nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do CÉU
E apenas menor que Deus!

(Mário Quintana)

quinta-feira, 10 de maio de 2012


terça-feira, 8 de maio de 2012

Rádio Cultura entrevista


Depois de entrevistar o escritor Moacir Lisboa da Costa, que me presenteou com dois de seus livros,  encontrei nos corredores da Rádio a apresentadora Cida, do programa Tarde com Maria e o seu convidado, Hermano Pablo Maria, um Monge que vive em Quito, Equador.
Fomos todos para as fotos.
Hermando Pablo e Luis
Yo 

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Recomendo aos amigos e amigas


Construção da Linguagem



Pilares da metodologia do ensino: Volitivo,Cognitivo e Psicomotor



sábado, 28 de abril de 2012

Metáforas, barcos, o mar e o amor



quarta-feira, 25 de abril de 2012

Viver cada segundo como se fosse o último



Na peça de teatro “O Contador de histórias e a árvore dos Sapatos”, roteiro que escrevi baseado num conto de Mia Couto, eu interpreto um velho sábio que pendurou sapatos numa árvore para alugar. Na vila ninguém usava sapatos, preferiam a grama macia e a areia tocando nos pés, uma alusão ao contato com a natureza. Contudo quando iam viajar pelo mundo precisavam de sapatos. Era só ir à árvore dos sapatos e calçar o mais adequado. Na volta tinha que relatar e contar por onde aqueles sapatos tinham andado. Era o aluguel: contar uma história. 




Nas fotos a alegria da vida e o momento que o contador de histórias contava os feitos de Alexandre da Macedônia diante da morte, ela – a morte, interpretada pelo ator Fernando de Azevedo, que passa pelo palco sem tocar em ninguém. 




A morte,é uma conselheira infalível que jamais nos dirá uma mentira, é uma certeza! 






Devemos viver intensamente cada segundo de vida como se fosse o último enquanto ela não nos tocar...



segunda-feira, 23 de abril de 2012

Paul McCartney - Não mais noites sós



domingo, 22 de abril de 2012

Poema de Santa Teresa-Benedita da Cruz [Édith Stein] (1891-1942), carmelita, mártir, co-padroeira da Europa



Poesia: Paráfrase ao Salmo 45 

«O barco chegou imediatamente à terra para onde iam» *

Quando as tempestades rebentam
Tu és, Senhor, a nossa força.
Louvar-Te-emos, Deus de fortaleza,
Nosso constante refúgio.
Aguentamos firme junto de Ti,
Em Ti pondo toda a nossa confiança,
Seja a terra abalada,
Esteja o mar encapelando.


Podem as ondas altear e reventar
Podem as montanhas mover-se;
A alegria iluminar-nos-á,
A Cidade de Deus dá-Te graças,
Tens nela a Tua morada,
Preservas a sua santa paz.
E um poderoso rio protege
A sublime morada de Deus.


Agitam-se os povos, em loucura,
Desmorona-se o poder das nações,
Eis que Ele eleva a voz,
A terra ruge, estremecendo,
Mas o Senhor está connosco,
Deus, Senhor dos Exércitos,
Tu és para nós luz e salvação,
Nada temeremos.


Vinde todos, vinde contemplar
Os prodígios do Seu poder:
Todas as guerras se dissipam,
A corda do arco afrouxa.
Lançai no braseiro de fogo
O escudo e a arma de guerra.
Deus, o Senhor dos Exércitos,
Está connosco e socorre-nos na tribulação.

 * Evangelho segundo S. João 6,16-21.

Ao cair da tarde, os seus discípulos desceram até ao lago
e, subindo para um barco, foram atravessando o lago em direção a Cafarnaúm.
Já tinha escurecido e Jesus ainda não fora ter com eles. Soprando uma forte ventania, o lago começou a agitar-se.
Depois de terem remado mais ou menos uma légua, avistaram Jesus que se aproximava do barco, caminhando sobre o lago, e tiveram medo.
Mas Ele disse-lhes: «Sou Eu, não tenhais medo!»
Quiseram recebê-lo logo no barco, e o barco chegou imediatamente à terra para onde iam. 


Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org 



sábado, 21 de abril de 2012

Bom ouvir os leitores, e responder.


Written by da Redação on 20 fevereiro 2009
Julião Ayrton
Aprendendo com os Animais: eu sou eu ou sou você?
il. Valdemir Gonçalves de Lima; Alexandre Schweickardt
EST Edições, 2004 (2ª ed.)
1ª ed. (2004)
128 pp.
ISBN 857517050-3
Dar livros a escritores pode ser às vezes um problema. Ganhei este, que de certo modo prometia. Realmente considero que há muita coisa a ser aprendida, através de vários animais, incluindo os Grandes Primatas Humanos (GPH), por mais descabido que isso pareça. Um tanto surpresa, um tanto alegre, fiz o que sempre faço quando tenho um livro nas mãos: folheei-o e escolhi uma frase a esmo.“Os cães, quando vão para a nossa cama, querem a nossa companhia. Já os gatos, quando vão para a nossa cama, querem a nossa cama!” (p.46).Das duas, uma: ou o Sr. Julião Ayrton nunca teve contato aproximado com gatos, ou ele preferiu disgressar em lugares-comuns. Porque dizer que o gato gosta da casa e o cachorro do dono é a coisa mais batida do planeta, e nem sempre correta.Em primeiro lugar, adoro cachorros. Deixo isso claro para ninguém vir com “ah, ela diz isso porque prefere gatos”. Convivo com cães e gatos (e jegues, galinhas, cabras, gansos…) desde que me conheço por gente.Tem vezes que cães vo para a nossa cama sem que estejamos lá. Até mesmo rosnam caso a gente apareça para perturbar sua siesta. Tive um poodle assim, por isso sei do que estou falando.Esse mesmo poodle atacou o joelho de um colega de escola, apenas porque eu o detestava, e ele sabia disso. Milu – o meu poodle mendigo, um rasta de picão – e eu éramos tão ligados que eu nem precisava dar a ordem; ele sentia a mesma animosidade.Cães são divertidos e elegantes, do mesmo modo como gatos são divertidos e elegantes. Tudo vai depender do temperamento do bicho e do temperamento do bicho do bicho – ou seja, o dono.Certamente não levo meu gato à praia – embora já tenha tentado -, e quando não tem bípedes que não voam por perto (os GPH), eu levo meu cachorro. Já que desde essa proliferação de “Proibido Animais na Praia” nem sempre é possível apreciar uma boa corrida canina atrás das gaivotas. Quando o assunto é passeio, acho mais seguro levar meu cão. Ele aceita melhor a guia e não tem problemas em ser conduzido.Quando o assunto é trabalhar acompanhado, eu certamente prefiro meu gato. Ele não fica ganindo e bufando, nem arranhando meu colo, ou babando na minha calça, ansioso por atenção. Meu gato deita e esquece do mundo, deixando-me trabalhar esquecida do mundo. Quando ele decide que já se passou um tempo considerável, acorda, boceja, espreguiça-se e agarra o fio do meu mouse. Se assim mesmo eu o ignorar, ele passa a ser mais agressivo, e passeia pelo teclado do meu laptop, arruinando meu texto. Prontamente, então, eu o obedeço, agarrando-o e levando-o ao prato de comida, de água, ou à porta – o que ele preferir. Normalmente, após a primeira assertiva, já o atendo na pegada do mouse.Tudo depende do vínculo que se cria entre os animais – neste caso, entre o GPH e o gato, ou o cão, ou outro animal em questão. Já falei sobre esta história do vínculo, e acredito mesmo nisso. Já conheci gatos indiferentes e conheço gatos companheiros, que estão pouco se lixando para a cama, e sim para quem está deitado nela. Do mesmo modo, já conheci cães escorregadios e cães altamente fiéis, assim como já conheci cães agressivos com seus donos – que mereciam a agressividade.É como o Machadão já dizia, desbundando semiótica, pelos idos de 1896: “As coisas têm o valor do aspecto, e o aspecto depende da retina”. Quem olhar o gato como um interesseiro mais preocupado com a casa do que com seu dono, terá um exatamente assim.
Por Luana von Linsingen (Escrivaninha)

Olá Senhora Luana.

Aproveito a oportunidade que a WEB nos concede para agradecer seus comentários sobre o meu livro “Aprendendo com os animais”. Já tive gatos e cães. Meus gatos morreram cedo. Um foi atropelado, gostava de sair nas noites, e o outro morreu por doença. Ainda tenho minha cadelinha Rebeca, que me motivou escrever o livro que você teve a gentileza de fazer um comentário. Rebeca está com 16 anos e requer mais cuidados que um gato velho. Gato têm 7 vidas, é mistério, foi divindade no Egito e cada animal tem a sua biologia na relação com o universo. Algumas interpretações são subjetivas, dependem das carências e dos nossos apegos.

Meus livros têm me oportunizado conhecer pessoas, seus trabalhos e, foi graças ao “Aprendendo com os animais” que conheço você, seus trabalhos nas escolas.
Sabe de uma coisa? Descobri que temos muitas coisas em comum, além de gostar de gatos: escolas, crianças e educação. Parabéns pelo seu trabalho.
Obrigado.

Julião Goulart Blog>>> http://www.juliaogoulart.blogspot.com/

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Lições da natureza " APRENDENDO COM OS ANIMAIS"

Um pescador de caranguejos, quando ia à pesca tinha por hábito nunca tapar o balde em que colocava os caranguejos que ia apanhando. 
Isso intrigava todas as pessoas que estavam á sua volta.· 
Um belo dia alguém que o observava já algum tempo perguntou-lhe: 
- Desculpe, mas explique-me porque não tapa o balde dos caranguejos? Não tem medo que eles possam escapar? 
O pescador olhou para o indivíduo e muito calmamente respondeu: 

- Não é preciso... Quando um tenta subir, os outros imediatamente o puxam para baixo! 




Será que há alguma analogia com grupos de humanos?...


sábado, 10 de março de 2012

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Era uma vez...

Era uma vez... Eu trabalhava como voluntário num Grupo de recuperação de Dependentes Químicos (jovens drogaditos) e havia um jovem que não participava da reunião. Ele ficava do lado de fora da sala. Antes de começar as reuniões eu colocava uma música. Por semanas o jovem ouvia do lado de fora mas não participava das reuniões, até o dia que ele ouviu "Enquanto houver sol" dos Titãs. Enquanto a música tocava percebi que a porta da sala se abriu e aquele jovem me olhou nos olhos. Com a mão fiz sinal que entrasse. 
E, terminando a história real, hoje aquele jovem é um cidadão produtivo e livre das drogas. Ele contou-me que a música foi como um apelo de vida para ele. A história me encantou tanto que depois fui estudar mais o assunto na PUCRS onde fiz Curso de Capacitação em Dependência Química. Afirmo com convicção que DQ é uma doença  que precisa ser tratada e com o envolvimento de todos do grupo familiar. Então, Enquanto houver sol para nós, vamos cantar a alegria de viver.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Orar - O ritual do secreto

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Guardai-vos de fazer as vossas boas obras diante dos homens, para vos tornardes notados por eles; de outro modo, não tereis nenhuma recompensa do vosso Pai que está no Céu.
Quando, pois, deres esmola, não permitas que toquem trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, a fim de serem louvados pelos homens. Em verdade vos digo: Já receberam a sua recompensa.
Quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua direita,
a fim de que a tua esmola permaneça em segredo; e teu Pai, que vê o oculto, há-de premiar-te.»
«Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar de pé nas sinagogas e nos cantos das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa.
Tu, porém, quando orares, entra no quarto mais secreto e, fechada a porta, reza em segredo a teu Pai, pois Ele, que vê o oculto, há-de recompensar-te.
«E, quando jejuardes, não mostreis um ar sombrio, como os hipócritas, que desfiguram o rosto para que os outros vejam que eles jejuam. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa.
Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto,
para que o teu jejum não seja conhecido dos homens, mas apenas do teu Pai que está presente no oculto; e o teu Pai, que vê no oculto, há-de recompensar-te.»

Evangelho segundo S. Mateus 6,1-6.16-18.

Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org

Lev Vygotsky - Pedagogia com Humor



Piaget - Tendência cognitiva - Construtivismo



Arte Educação - Ana Mae Barbosa



sábado, 18 de fevereiro de 2012

O amor e a ilusão



terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Effathá


Naquele tempo, Jesus deixou de novo a região de Tiro, veio por Sídon para o mar da Galileia, atravessando o território da Decápole. 
Trouxeram-lhe um surdo tartamudo e rogaram-lhe que impusesse as mãos sobre ele. 
Afastando-se com ele da multidão, Jesus meteu-lhe os dedos nos ouvidos e fez saliva com que lhe tocou a língua. 
Erguendo depois os olhos ao céu, suspirou dizendo: «Effathá», que quer dizer «abre-te.» 
Logo os ouvidos se lhe abriram, soltou-se a prisão da língua e falava correctamente. 
Jesus mandou-lhes que a ninguém revelassem o sucedido; mas quanto mais lho recomendava, mais eles o apregoavam. 
No auge do assombro, diziam: «Faz tudo bem feito: faz ouvir os surdos e falar os mudos.» 

Evangelho segundo S. Marcos 7,31-37.

Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Cantar pela paz.Cantar é a paz!



quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

My gift is my song



terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Saudade - Pablo Neruda

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

La felicidad - una mirada de mujer



Os teus pés - Poema de Neruda


Os teus pés 

Quando não posso contemplar teu rosto,
contemplo os teus pés.

Teus pés de osso arqueado,
teus pequenos pés duros.

Eu sei que te sustentam
e que teu doce peso
sobre eles se ergue.

Tua cintura e teus seios,
a duplicada púrpura
dos teus mamilos,
a caixa dos teus olhos
que há pouco levantaram vôo,
a larga boca de fruta,
tua rubra cabeleira,
pequena torre minha.

Mas se amo os teus pés
é só porque andaram
sobre a terra e sobre
o vento e sobre a água,
até me encontrarem.
Pablo Neruda

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Sobre Anjos e Grilos - Teatro



terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Teatro en Santiago del Chile

BBB - Opinião dos Diretores da Globo



I remeber