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Mostrando postagens de Julho, 2011

A LUZ EM CENA

Escuridão, embora com a sua utilidade cíclica, é a ausência de LUX! Tô nessa! Bom iluminar a mente, o palco de um teatro e muitos outros tantos ambientes escuros em busca do brilho e seus reflexos...

Veículo movido por tração animal

Pelo mundo, especialmente em alguns países do oriente, é comum ver veículos movidos pela força de algum animal racional como eu. A foto é uma brincadeira apenas para lembrar o dia que puxei uma carrocinha de catador de lixo. Verdade! Vou contar essa história. Foi quando eu caminhava pelas ruas do meu bairro e, próximo de uma unidade de reciclagem de lixo seco, vi uma carrocinha sendo tracionada por uma senhora já de idade avançada, chegando para descarregar. Solicitei para a condutora que me deixasse experimentar, uma curiosidade de criança grande que às vezes me acomete. A condutora me concedeu o seu lugar na parte do varão, arrumei-o na altura do peito e comecei a caminhar. Era pesado, comentei. Ela disse que eu não tinha jeito. Até hoje não acredito que aquela senhora diariamente puxava uma carrocinha reciclando o lixo. Felizmente Dona Eva está aposentada, graças a um grupo de amigos que se solidarizaram e foram organizar a documentação da trabalhadora. Já tinha idade pra isso.

Contador de Histórias - As mulheres são demais!

Conheci Eduardo Galeano em Porto Alegre.
É um dos maiores contadores de histórias que que tive o prazer de encontrar.
No seu livro "Dos Abraços" , Galeano conta o quê  leu e chamou a sua atenção, nos cartazes afixados nas paredes em suas viagens pela América Latina e mundo.
"Escrito nas paredes", com poesia e graça, têm minicontos e reflexões.
Um das suas histórias que constumo contar em minhas palestras é do garoto Diego,então com 12 anos, que morava no meio do continente e que queria conhecer o mar. Viajaram para o Sul...

Recitar poemas alimenta a alma e o corpo

OS POEMAS Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti...

Mario Quintana - Esconderijos do Tempo

DIA DO AMIGO

Amor de mãe é como o amor de Deus

Curta-metragem - O presente Inusitado

O curta-metragem foi lançado no dia 13 de julho no espaço cultural BADESC em Florianópolis. Baseado no conto do escritor Paulo Berri, o curta conta a história de um homem workaholic, expressão americana que teve origem na palavra alcoholic (alcoólatra) e serve para denotar uma pessoa viciada, não em álcool mas em trabalho. Como resultado da influência de uma pessoa viciada em trabalho, pode-se perceber geralmente alguns fatores interessantes: o primeiro deles é que este tipo de pessoa geralmente não consegue se desligar do trabalho, mesmo fora dele, acaba por deixar de lado seu parceiro filhos, pais, amigos. Os seus melhores amigos passam a ser aqueles que de alguma forma tem ligação com seu trabalho. As pessoas viciadas em trabalho sempre existiram, no entanto, nas últimas décadas acentuou sua existência motivada pela alta competitividade, vaidade, ganância, necessidade de sobrevivência ou ainda alguma necessidade pessoal de provar algo a alguém ou a si mesmo.
Elenco: Marcelo Cidral, Mil…

Me too

Lançamento de livro na Livraria Saraiva - Florianópolis - SC

Artistas, escritores e amigos prestigiaram a escritora e diretora de teatro Carmen Fossari no lançamento de seu livro de poemas. Foi na Livraria Saraiva do Iguatemi.

Pensamento sobre o amor

Quero, um dia, dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim e que eu sempre dei o melhor de mim...
e que valeu a pena.

Mário Quintana

Teatro

Reflexão

"Há pessoas que desejam saber só por saber, e isso é curiosidade; outras, para alcançarem fama, e isso é vaidade; outras, para enriquecerem com a sua ciência, e isso é um negócio torpe: outras, para serem edificadas, e isso é prudência; outras, para edificarem os outros, e isso é caridade."
Santo Agostinho

Teatro - histórias e conselho para viver intensamente cada segundo como se fosse o último.

Enquanto o contador de histórias falava sobre a morte, houve um arrepio no palco. Carlos Castañeda, através do personagem Juan de Maltus, de um dos seus livros diz: "Devemos usar a morte como conselheira. Ela é a única que não nos dirá uma mentira. Seu mais sábio conselho: viver intensamente o momento presente enquanto ela não nos tocar, fazer de cada segundo a impecabilidade de vivê-lo intensamente como se fosse o último..."