terça-feira, 2 de novembro de 2010

A identidade do amor é visível

Durante uma entrevista na Rádio Cultura, no programa “A hora da história”, com Bruno & Mariana, casal de atores da peça As Luas de Galileu, troquei os nomes.
Eu disse, equivocadamente, Bruna & Mariano. Como o programa estava sendo gravado, rimos juntos e depois, graças à edição de áudio do software da Rádio, corrigimos os nomes.














Mas depois que sai da Rádio, e pensando como poeta, tentando justificar, é que entendi a razão do trocadilho: Foi um verso de Mário Quintana que atrapalhou o radialista.
Logo na chegada, percebi o amor que une aquele casal. E os versos, e os nomes se misturaram num “mix” do amor:

AMOR, É QUANDO A GENTE MORA UM NO OUTRO – Mário Quintana

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