quarta-feira, 19 de maio de 2010

O mar das emoções.



Hoje percorri os mesmos caminhos percorridos pelas novas manhãs.
E, na praia de Jurerê, encontrei barcos fora do mar.
É que na noite anterior aconteceu um daqueles temporais que deixam marcas.
Eram embarcações pequenas, e nem tanto assim que, na praia, apresentavam-se desajeitadas como a gente fica em algumas situações inusitadas quando nos entregamos às paixões do amar, e do mar.
Como poeta, pensei nos mares da emoção que tiram nossos barcos emocionais dos mares racionais.
Fotografei.
Somos pequenos diante dos mares, dos ventos, das paixões e dos amores...

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