Pular para o conteúdo principal

DOMINÓ NA PRAÇA XV EM FLORIANÓPOLIS

“Os jogos não são apenas uma forma de entretenimento, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual” (Jean Piaget – Educador, psicólogo e Filósofo suíço)

O jogo de dominó permite trabalhar contagem organizada, representação decimal, paridade ou construção de material para laboratórios de ensino Um bom jogador precisa ter concentração e atenção para memorizar as pedras, ter abstração e fazer cálculos.
A percepção e “leitura dos sinais” corporais do adversário, também está na lista das qualidades que deve ter um bom jogador.

O VALOR DA EXPERIÊNCIA PARA PENSAR O MUNDO

“Sempre que você lê um livro ou participa de uma conversação, a experiência causa alterações físicas no seu cérebro. Em uma questão de segundos, formam-se novos circuitos neurais, memórias que podem até modificar sua maneira de pensar o mundo... É um tanto assustador imaginar que seu cérebro se altera ao menor ato que você pratique.” George Johnson - 2007

DOMINÓ - BENEFÍCIOS DO JOGO COLETIVO

Desenvolver a atenção, concentração e a percepção visual motora.
Estimular a (re)inclusão social de aposentados através da prática de um jogo coletivo.
O jogo é muito utilizado em exercícios de memória, atenção e concentração, também como recurso auxiliar de alfabetização pois desenvolve o processo silábico viso-motor. O jogo de DOMINÓ não é considerado jogo de azar, uma vez que existe uma lógica que geralmente premia com a vitória o jogador que apresentar melhor desempenho na concentração e memorização das pedras que estão na mão do adversário ou fora do jogo (face para baixo), exige ainda aritmética (contar pontos antes de decidir “fechar” o jogo).
Os jogos de azar são jogos nos quais a possibilidade de ganhar ou perder não dependem da habilidade do jogador.
Ensina também o saber ganhar e perder, como na realidade vida.

Comentários

  1. Saber ganhar e perder como na realidade da vida. Frase bem escrita.Nem todos aceitam derrotas facilmente. Não se dão conta que é através delas que aprendemos. Parabéns pela matéria sobre dominó.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

A árvore dos sapatos *

 A árvore dos sapatos
(Do livro Contador de História, Julião Goulart, Editora UFSC 2009, p.22)  História de Mia Couto que transformei em roteiro para  teatro  " O contador de histórias e a árvore dos sapatos" ,  peça que foi encenada em três temporadas, 2009,2010 e 2011, nos teatros da UBRO, UFSC, UDESC e TAC, recontada abaixo:
"Muito longe daqui, no Sul da África, não muito tempo atrás, vivia uma tribo que não usava sapatos. Pra quê sapatos? Se a areia era macia, a grama também. Mas às vezes as pessoas tinham que ir à cidade. Para resolver um assunto, um negócio de cartório, hospital, ou receber dinheiro ou até mesmo ir a uma festa. Aí eles precisavam de sapatos, e era um tal de pedir emprestado, que nunca dava certo. Foi aí que o velho mais velho da vila que, como tantas vezes acontece, era também o mais sábioresolveu o problema. Ele abriu uma tenda de aluguel de sapatos bem na entrada da vila. Instalou-se à sombra de uma grande árvore, e em seus galhos pendurou todo tipo d…

Lua cheia e a Lenda do Coelho

Ao sair para caminhar percebi a lua cheia no céu claro e iluminado por ela. Foi possível ver o perfil de um coelho que os orientais afirmam existir na lua cheia.

A Lenda do Coelho
Segundo a história budista, num certo dia um velho senhor pediu comida para um macaco, uma lontra, um chacal e um coelho.
O macaco colheu frutas e trouxe para o velho senhor, a lontra trouxe peixes e o chacal, um lagarto.
No entanto o coelho não trouxe nada, pois as ervas que constituem a sua alimentação não eram boas para os humanos. E então o coelho decidiu oferecer seu próprio corpo e se jogou no fogo.
Porém o corpo do coelho não se queimou, pois o senhor era uma divindade que observava tudo na terra.

E para as pessoas lembrarem do sacrifício do coelho, o homem desenhou a imagem do coelho na lua cheia. Diz a lenda que só os apaixonados pela vida conseguem ver o coelho, e que a lua cheia não é só dos poetas e daqueles que se entregam ao amor...

O homem que procurava a mulher perfeita para casar.

Era uma vez... O homem que procurava a mulher perfeita para casar.
Um homem solteiro, já de idade avançada, contava a um amigo a sua busca de uma mulher perfeita para casar. O amigo perguntou: - Então, você nunca pensou em casamento? - Já pensei. Em minha juventude, resolvi procurar e conhecer a mulher perfeita. Atravessei o deserto, nas minhas buscas, até que cheguei em Damasco e conheci uma mulher espiritualizada e lindíssima, mas ela não tinha os “pés no chão” pois nada sabia das coisas do mundo. Continuei a viagem, e fui a Isfahan; lá encontrei uma mulher que conhecia o reino da matéria e do espírito, mas não era uma moça bonita. Então resolvi ir até o Cairo, lá no Egito, onde jantei na casa de uma moça muito bonita, religiosa e conhecedora da realidade material. Era a mulher perfeita! - E por que você não casou com ela? – perguntou seu amigo. Ah, meu companheiro! Infelizmente ela também procurava um homem perfeito. (Extraído do meu livro Contador de História, p. 30 UFSC - 2008)