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O passarinho, a vaca e o gavião

Era uma vez um passarinho que estava tiritando de tanto frio. Uma vaca, vendo a agonia do pobre passarinho, aproximou-se e defecou sobre ele. Foi um alívio para a avezinha, pois a bosta quente logo a aqueceu. O passarinho cantou bem alto,  uma linda melodia. Um gavião faminto que procurava comida deu um voo rasante e lá se foi o pobre passarinho... Moral da História: 1. Nem sempre aquele que bota você na merda é seu inimigo; 2. Nem sempre aquele que tira você da merda é seu amigo; 3. Quando você estiver na merda, fique quieto! (Extraído do meu livro APRENDENDO COM OS ANIMAIS, 3a. EDIÇÃO, P. 48)

Sabedoria popular dos sentimentos tesouros

OKTOBERFEST

Era uma vez...  Fritz era um antigo funcionário de uma cervejaria no interior de Blumenau. Ele era feliz no trabalho, embora seu sonho fosse ser degustador de cerveja, bebida que tanto adorava. Certa vez, trabalhando no turno da noite, ele caiu dentro de um tonel de cerveja. Pela manhã, o vigia deu a triste notícia para Frida: - Dona Frida. É com profundo sofriment o que informo que o Seu Fritz se desequilibrou, caiu no tonel de cerveja e, infelizmente, morreu afogado. A Frida com a voz muito triste pergunta: - Meu Deus!!! Será que ele sofreu muito??? O vigia então responde: - Acredito que não, porque, pelas imagens da câmera de segurança, ele chegou a sair umas três vezes do tonel pra mijar.

Não se esqueça do principal

Era uma vez... Uma mulher saiu para passear com seu bebê no colo. A mulher estava reclamando da sorte quando uma porta de caverna se abriu onde era um grande muro de pedras,  e ela ouviu uma voz que dizia: - Entre! Aqui dentro há muitas riquezas e tesouros. Você pode  pegar tudo o que quiser, mas não se esqueça do principal. Você terá cinco minutos  para pegar o que quiser. Depois desse tempo, a entrada da caverna será selada para sempre. A mulher entrou na caverna e ficou deslumbrada ante o brilho das joias, do ouro, das moedas e das pedras preciosas que estavam num velho baú. Descansou a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia, em seu avental.  A criança brincava alegre e confiante,  por estar próxima da mãe. E a voz repetia a cada minuto: - Não se esqueça do principal. A voz tornou a se manifestar. Agora anunciando que faltava somente um minuto antes que a entrada da caverna fosse fechada. Ansiosa, a mulher reco...

Histórias de teatro

Era uma vez... Um fabricante de sapatos que não gostava de teatro. Ele jamais havia entrado num recinto teatral, muito menos num camarim. Como de costume, sempre que estava na cidade pela primeira vez, foi andar para apreciar o lugar. Ao passar diante de um teatro, viu a fila de pessoas alegres para comprar ingressos. O homem adorava fazer observações profissionais e ali estava  uma oportunidade de ver diversos modelos de  sapatos. A fila andava, ele olhando para baixo para ver os sapatos dos outros  nem percebeu que já estava diante da bilheteria. Era a sua vez de comprar ingresso. Depois de comprar ingresso, o homem,   seguindo o fluxo da fila, entrou no teatro. Quando começou o espetáculo, uma bailarina pisou docemente no palco, fez  evoluções e passos de danças com uma coreografia sublime e impecável, embalada por uma música divina.  O homem fixou sempre o olhar nas sapatilhas da bailarina. Pareciam leves, assumiam posições elegantes e...

Histórias de teatro

A Companhia de Teatro estava pronta para iniciar o espetáculo numa exibição aos funcionários e pacientes do manicômio.   O Diretor sentou-se na última fila para observar a reação da plateia. Durante as encenações, na esquerda do palco, um  homem com tiques nervosos e inesperados, logo chamou a atenção do atento diretor. Eram tiques intercalados com uma espécie de senta-levanta. Enquanto isso os atores no palco cumpriam com graça e entusiasmo o roteiro conforme o diretor havia ensaiado. Foi quando dois homens levantaram nas cadeiras da direita e começaram a gesticular nervosamente numa linguagem corporal de mãos e braços. O diretor notou que ao seu lado um homem concentrado e curtindo a peça. No final da peça, ele não sabia quem eram os loucos e quem eram “os normais”. Após a apresentação, numa conversa informal, o diretor soube que o homem “dos tiques nervosos” era o médico da instituição, os que gesticulavam nervosos eram da administração do manicômio e o h...