Hoje percorri os mesmos caminhos percorridos pelas novas manhãs. E, na praia de Jurerê, encontrei barcos fora do mar. É que na noite anterior aconteceu um daqueles temporais que deixam marcas. Eram embarcações pequenas, e nem tanto assim que, na praia, apresentavam-se desajeitadas como a gente fica em algumas situações inusitadas quando nos entregamos às paixões do amar, e do mar. Como poeta, pensei nos mares da emoção que tiram nossos barcos emocionais dos mares racionais. Fotografei. Somos pequenos diante dos mares, dos ventos, das paixões e dos amores...
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