Pular para o conteúdo principal

Teatro - O Contador de Histórias e a árvore dos sapatos - Fotos de HANS DENIS SCHNEIDER

Histórias da literatura univesal e do folclorista Franklin Cascaes

O livro do destino é uma das dramaturgias  mais aplaudidas. Uma pessoa que reclama da vida tem a oportunidade de mudar o seu Destino, mas perde o seu tempo pensando na vida dos outros... A dualidade no palco: o bem e o mal.
Caipora, o protetor das florestas,  chega na festa
Alguém atrapalha a festa
Contador de histórias canta "A hora da história" composta para a peça
Ilha de Páscoa e a Lenda do Homem-pássaro
Livro do destino: Saber pedir exige sabedoria! Cuidado quando pedir, pois o universo sempre responde.
O casamento do turco com a Dança do Ventre
A fantasia e a realidade
Bruxas dançam na festa, (Franklin Cascaes)
Era uma vez...


... Uma criança chorona...
Na história de Franklin Cascaes, a inveja, é personificada por alguém que nos conhece e até frequenta a nossa casa...
Candoca conta histórias e benze
Riso e alegria
Arrepios no palco quando a "morte" passa mas não nos toca. Ela está sempre presente, é uma certeza, conselheira infalível que diz: Viva intensamente cada momento da vida!
Quem faz o riso equilibra a seriedade do mundo real.|

Roberto foi um dos presenteados com meus livros
Uma tradição nas estreias no teatro: Doar livros!
Espetáculo para qualquer idade.


Matéria sobre a peça, publicada na mídia, Diário Catarinense, Edição de Sexta-feira, dia 21 de Janeiro 2011
TEATRO
Em nova temporada, a peça “O contador de histórias e a árvore dos sapatos”, no teatro da UFSC, inclui a arte da  dramaturgia com bonecos.
Baseada no conto “A Árvore dos Sapatos”, do escritor moçambicano Mia Couto, o espetáculo aborda as caminhadas que cada ser humano faz na vida tendo os sapatos como testemunhas.
Na peça, um contador de histórias, interpretado pelo escritor Julião Goulart, apresenta danças, monólogos, diálogos e contos tradicionais da literatura universal, passeando por culturas e ambientes que remontam diferentes épocas.
A inclusão da Arte com Bonecos é a grande novidade da peça, que tem produção, roteiro e figurino de Claudete T. da Mata, apresentando no espetáculo, um dos contos da Ilha da magia, a Lenda de Itaguaçú, em homenagem ao catarinense “Franklin Cascaes – Seu Frankolino, e aos imigrantes açorianos que chegaram ao nosso Estado, na antiga Nossa Senhora do Desterro, trazendo na sua bagagem, suas histórias de bruxas e outros elementares”
No palco, os contadores de histórias se transformam em bonecos vivos, manipulando outros bonecos, que representam o real e a fantasia, emocionando e até espantando o público, com suas histórias fantásticas, que impressionam e provocam o imaginário.
Ficha técnica:
Diretor: Julião Goulart
Coreografia: Amara Martino
Teatro de Bonecos com  Produção, Roteiro e Figurino  da Lenda de Itaguaçú: Claudete T. da Mata
Elenco: Amara Martino,  Claudete T. da Mata, Fernando Azevedo,  Leonardo Rosa, Milka Plaza, Bety Ossig, Bernardo Pires, Náiade Scharkey e Julião Goulart.
Iluminação: Nilson
Operador de Áudio: Fernando
Coordenação: Companhia de Teatro Letras no Jardim (Florianópolis)


Próximo espetáculo em Abril no teatro da UBRO, Florianópolis, dias 02 e 03.





Comentários

  1. Julião, tuas postagens estão maravilhosas, com histórico detalhado... Fotos lindas. Parabens pela organização!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

A árvore dos sapatos *

 A árvore dos sapatos
(Do livro Contador de História, Julião Goulart, Editora UFSC 2009, p.22)  História de Mia Couto que transformei em roteiro para  teatro  " O contador de histórias e a árvore dos sapatos" ,  peça que foi encenada em três temporadas, 2009,2010 e 2011, nos teatros da UBRO, UFSC, UDESC e TAC, recontada abaixo:
"Muito longe daqui, no Sul da África, não muito tempo atrás, vivia uma tribo que não usava sapatos. Pra quê sapatos? Se a areia era macia, a grama também. Mas às vezes as pessoas tinham que ir à cidade. Para resolver um assunto, um negócio de cartório, hospital, ou receber dinheiro ou até mesmo ir a uma festa. Aí eles precisavam de sapatos, e era um tal de pedir emprestado, que nunca dava certo. Foi aí que o velho mais velho da vila que, como tantas vezes acontece, era também o mais sábioresolveu o problema. Ele abriu uma tenda de aluguel de sapatos bem na entrada da vila. Instalou-se à sombra de uma grande árvore, e em seus galhos pendurou todo tipo d…

O homem que procurava a mulher perfeita para casar.

Era uma vez... O homem que procurava a mulher perfeita para casar.
Um homem solteiro, já de idade avançada, contava a um amigo a sua busca de uma mulher perfeita para casar. O amigo perguntou: - Então, você nunca pensou em casamento? - Já pensei. Em minha juventude, resolvi procurar e conhecer a mulher perfeita. Atravessei o deserto, nas minhas buscas, até que cheguei em Damasco e conheci uma mulher espiritualizada e lindíssima, mas ela não tinha os “pés no chão” pois nada sabia das coisas do mundo. Continuei a viagem, e fui a Isfahan; lá encontrei uma mulher que conhecia o reino da matéria e do espírito, mas não era uma moça bonita. Então resolvi ir até o Cairo, lá no Egito, onde jantei na casa de uma moça muito bonita, religiosa e conhecedora da realidade material. Era a mulher perfeita! - E por que você não casou com ela? – perguntou seu amigo. Ah, meu companheiro! Infelizmente ela também procurava um homem perfeito. (Extraído do meu livro Contador de História, p. 30 UFSC - 2008)